O mecanismo digestivo pode variar de acordo com diversos fatores orgânicos, principalmente dependendo de cada um de nós em nossos hábitos e estilo de vida. As moléculas digeridas dos alimentos, como também a água e sais minerais, são absorvidos na porção inicial do intestino delgado, mas a ingestão de quantidades exageradas de líquido ao nos alimentarmos, levará a uma diluição do suco gástrico e maior demora na digestão e absorção correta de nutrientes para que nosso organismo funcione com a perfeição que lhe é peculiar em indivíduos normais. Esse fato não colide com o mecanismo das duas proteínas recentemente descobertas, que controlam a diminuição ou dilatação do nosso sistema gastrointestinal, porque a princípio os receptores só funcionam vegetativamente, a menos que sejam estimulados por substâncias externas. Dando mais tempo para o organismo absorver irregularmente nutrientes, principalmente hidratos de carbono, amido, derivados da glicose, começamos a desencadear a energia de reserva que culminará com aumento de peso, sobrepeso, obesidade, que reveste o nosso corpo, que apesar de toda a tortura do excesso de gordura, estético, funcional articular, respiratório, etc., o verdadeiramente desastroso é a obesidade intra-visceral, intra-abdominal ou central, pelo estrago metabólico que desencadeia. O material absorvido atravessa a mucosa e atinge o sistema sanguíneo e é levado a outras partes do corpo para ser armazenado ou sofrerem outras modificações químicas. Este processo varia de acordo com o tipo de nutriente. Carboidratos: a grande maioria dos alimentos contém carboidratos. Bons exemplos são os pães, batatas, massas, doces, arroz, frutas e legumes. Muito destes alimentos contém amido, que pode ser digerido e também fibras que não são digeridas. Os carboidratos ingeridos são decompostos em moléculas menores por enzimas encontradas na saliva, no suco pancreático e no intestino delgado. O amido é digerido em duas etapas: sofrendo a ação da saliva e do suco pancreático, o amido é transformado em moléculas chamadas de maltose; em seguida, uma enzima encontrada no intestino delgado, chamada maltase, degrada a maltose em moléculas de glicose. A glicose pode ser absorvida para a corrente sanguínea através da mucosa do intestino.
Uma vez na corrente sanguínea, a glicose vai para o fígado onde é armazenada ou utilizada para promover energia para o funcionamento do corpo. É claro que o excesso de reserva de gordura através do fígado pode levar à esteatose hepática. O açúcar comum também é um carboidrato que precisa ser digerido para ser utilizado. Uma enzima encontrada no intestino delgado degrada o açúcar em glicose e frutose, ambos absorvidos pelo intestino. O leite contém outro açúcar chamado lactose. A lactose sofre a ação da lactase no intestino delgado transformando-se em moléculas absorvíveis. Proteínas: alimentos como carne, ovos, e grãos contém grandes moléculas de proteínas que precisam ser digeridas antes de serem utilizadas para reparar e construir os tecidos orgânicos. No estômago há uma enzima que inicia a degradação das proteínas. A digestão é finalizada no intestino delgado pelo suco pancreático e intestino propriamente dito. O produto final das proteínas é absorvido pelo intestino delgado e encaminhado ao organismo pela corrente sanguínea. Como podemos observar geralmente a maioria das pessoas não têm a menor idéia de suas intemperanças, qualquer desvio que cometamos em nossos hábitos de nutrição, seja em qualidade ou em quantidade, precipitará problemas sérios, que nem todos estão esclarecidos e não para por aí...
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como Saber Mais:
1. Carboidratos: A grande maioria dos alimentos contém carboidratos. Bons exemplos são os pães, batatas, massas, doces, arroz, frutas e vegetais...
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2. O leite contém outro açúcar chamado lactose. A lactose sofre a ação da lactase no intestino delgado transformando-se em moléculas absorvíveis...
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3. No estômago há uma enzima que inicia a degradação das proteínas...
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃODOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:Prof. Dr. J. Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –Brasil, 2011, Gesta S, Tseng YH, Kahn CR (October 2007). "Developmental origin of fat: tracking obesity to its source". Cell 131 (2): 242–56. Enerbäck S (2009). "The origins of brown adipose tissue". N Engl J Med 360 (19): 2021–2023. Marques-Lopes I, et al. Aspectos genéticos da obesidade Ver. Nutr., Franco M.,et al.reduction and its possible Consequences.CMAJ-2008, vol. 178 (8); Dr. BRIAN KING. ET al. autores da descoberta, cientistas do University College of London UK.
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